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Mais de 30% dos internautas brasileiros se comunicam por chamadas de vídeo


Uma pesquisa realizada online pela empresa Ericsson com 1,8 mil pessoas no Brasil com idade geralmente entre 20 e 24 anos constatou que 31% deles têm o hábito de se comunicar por meio de chamadas de vídeo. Geralmente o programa utilizado é o Skype, e nem sempre as chamadas são para pessoas distantes geograficamente. “Percebemos que 80% das pessoas falam com os amigos, ou pessoas próximas, dentro do Brasil mesmo”, declarou o Especialista da Área de Consumo da empresa para América Latina e Caribe, André Gualda.

Chamadas de vídeo x Mensagens de texto

Mas as chamadas em vídeo não se resumem para contatos pessoais. Gualda ainda ressalta que os métodos convencionais estão se tornando opção no mundo corporativo. “Outro fator importante é que as pessoas estão se adaptando para os negócios também. Empresas que não tem sistema de teleconferência utilizam esse sistema como opção de negócios, o que facilitou acomunicação em termos de investimento”, afirmou ele.
Dentre as conferências em vídeo, 30% são realizadas por meio de smartphones, porcentagem que sobe para 77% quando se trata de chamadas de voz, também analisadas no estudo. Para o especialista latino-americano da Ericsson, esse número só não é maior porque “nem todo mundo tem smartphone ainda”. No entanto, de acordo com ele, “a tendência é que até 2017 isso [porcentagem de chamadas de voz feitas por smartphones] cresça até 50%”.
No caso das chamadas de voz, a fatia de internautas entrevistados que utilizam constantemente esse recurso também aumenta, chegando aos 40%. O principal aparelho usado para essa função são os tablets, tendo sido utilizado em algum momento por 91% das pessoas. Em seguida vêm os notebooks, com 82%, e logo depois os desktops – computadores de mesa –, com 80%.
Por fim, o levantamento indagou os entrevistados sobre o uso ou não de mensageiros instantâneos de texto – o que vale tanto para chats, quanto para redes sociais. Essa pergunta foi respondida positivamente por 51% das pessoas. Gualda ainda conta que em alguns casos o contato em chats só é feito se a outra pessoa se mostrar disponível.
“Só vou te incomodar se você estiver online, foi o que 14% [dos entrevistados] responderam. Acho que esse é o principal fator: eu posso ver se você está online”, declarou o executivo, que finalizou afirmando que outro fator que deve ser levado em consideração é a velocidade da conversa, por isso o primeiro contato só é feito com quem se mostra online em alguns casos.

Mais de 30% dos internautas brasileiros se comunicam por chamadas de vídeo

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Uma pesquisa realizada online pela empresa Ericsson com 1,8 mil pessoas no Brasil com idade geralmente entre 20 e 24 anos constatou que 31% deles têm o hábito de se comunicar por meio de chamadas de vídeo. Geralmente o programa utilizado é o Skype, e nem sempre as chamadas são para pessoas distantes geograficamente. “Percebemos que 80% das pessoas falam com os amigos, ou pessoas próximas, dentro do Brasil mesmo”, declarou o Especialista da Área de Consumo da empresa para América Latina e Caribe, André Gualda.

Chamadas de vídeo x Mensagens de texto

Mas as chamadas em vídeo não se resumem para contatos pessoais. Gualda ainda ressalta que os métodos convencionais estão se tornando opção no mundo corporativo. “Outro fator importante é que as pessoas estão se adaptando para os negócios também. Empresas que não tem sistema de teleconferência utilizam esse sistema como opção de negócios, o que facilitou acomunicação em termos de investimento”, afirmou ele.
Dentre as conferências em vídeo, 30% são realizadas por meio de smartphones, porcentagem que sobe para 77% quando se trata de chamadas de voz, também analisadas no estudo. Para o especialista latino-americano da Ericsson, esse número só não é maior porque “nem todo mundo tem smartphone ainda”. No entanto, de acordo com ele, “a tendência é que até 2017 isso [porcentagem de chamadas de voz feitas por smartphones] cresça até 50%”.
No caso das chamadas de voz, a fatia de internautas entrevistados que utilizam constantemente esse recurso também aumenta, chegando aos 40%. O principal aparelho usado para essa função são os tablets, tendo sido utilizado em algum momento por 91% das pessoas. Em seguida vêm os notebooks, com 82%, e logo depois os desktops – computadores de mesa –, com 80%.
Por fim, o levantamento indagou os entrevistados sobre o uso ou não de mensageiros instantâneos de texto – o que vale tanto para chats, quanto para redes sociais. Essa pergunta foi respondida positivamente por 51% das pessoas. Gualda ainda conta que em alguns casos o contato em chats só é feito se a outra pessoa se mostrar disponível.
“Só vou te incomodar se você estiver online, foi o que 14% [dos entrevistados] responderam. Acho que esse é o principal fator: eu posso ver se você está online”, declarou o executivo, que finalizou afirmando que outro fator que deve ser levado em consideração é a velocidade da conversa, por isso o primeiro contato só é feito com quem se mostra online em alguns casos.

Banda larga superior a 8 Mbps foi a que mais cresceu proporcionalmente no Brasil


A proporção de brasileiros que passou a ter internet banda larga com velocidade superior a 8 Mbps foi a que mais cresceu de junho de 2012 até junho de 2013, aumentando em 49% a quantidade de usuários, segundo a pesquisa NetSpeed Online Report, do IBOPE Nielsen Online. Hoje, o total de brasileiros com essa faixa de velocidade de internet é de 7,8 milhões de pessoas, o equivalente a 17,1% de todos que possuem banda larga no país.

Banda larga no Brasil

Já aqueles que possuem internet de 2 Mbps até 8 Mbps somaram 16,1 milhões de pessoas até junho deste ano, quando o levantamento de dados em questão foi encerrado. No mesmo período de 2012 eram 11,6 milhões de pessoas com banda larga nesta faixa de velocidade, representado, portanto, um aumento de 4,5 milhões de usuários, que classifica a categoria como a que teve o maior aumento em número pessoas no Brasil.
Unificando as duas faixas de velocidade – de 2 Mbps até 8 Mbps e superior a 8 Mbps – temos 23,9 milhões de usuários, que são responsáveis por uma fatia de 52,5% do total de brasileiros com acesso a internet, contra 46,7% e 21,2 milhões de pessoas com conexões abaixo de 2 Mbps. Apesar de atingir uma porcentagem que corresponde a mais da metade da população brasileira conectada, os 52,5% não representam muito se comparados a outros países.
O mesmo estudo foi feito pelo IBOPE Nielsen em outros seis locais, e todos tiveram pelo menos 20 pontos porcentuais a mais que o Brasil em relação à proporção de usuários conectados que usam banda larga superior a 2 Mbps. No topo do ranking está a Alemanha, onde a marca chega aos 84,6%. Bem próximas estão França e Reino Unido, com 83,9% e 83,1%, respectivamente. Fecham a lista EUA, com 78,6%; Itália, com 77,3%, e Austrália, com 74,2%.
Especificamente no território nacional, ainda de acordo com a pesquisa, o número de usuários com internet com velocidade abaixo dos 512 Kbps caiu 39%, indo de dez milhões de pessoas em junho de 2012 para 6,1 milhões no mesmo período deste ano. Já o número de internautas ativos em domicílios aumentou em 9% se comparados os dados de 2012 e 2013, alcançando a marca de 45,4 milhões de pessoas.

Banda larga superior a 8 Mbps foi a que mais cresceu proporcionalmente no Brasil

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A proporção de brasileiros que passou a ter internet banda larga com velocidade superior a 8 Mbps foi a que mais cresceu de junho de 2012 até junho de 2013, aumentando em 49% a quantidade de usuários, segundo a pesquisa NetSpeed Online Report, do IBOPE Nielsen Online. Hoje, o total de brasileiros com essa faixa de velocidade de internet é de 7,8 milhões de pessoas, o equivalente a 17,1% de todos que possuem banda larga no país.

Banda larga no Brasil

Já aqueles que possuem internet de 2 Mbps até 8 Mbps somaram 16,1 milhões de pessoas até junho deste ano, quando o levantamento de dados em questão foi encerrado. No mesmo período de 2012 eram 11,6 milhões de pessoas com banda larga nesta faixa de velocidade, representado, portanto, um aumento de 4,5 milhões de usuários, que classifica a categoria como a que teve o maior aumento em número pessoas no Brasil.
Unificando as duas faixas de velocidade – de 2 Mbps até 8 Mbps e superior a 8 Mbps – temos 23,9 milhões de usuários, que são responsáveis por uma fatia de 52,5% do total de brasileiros com acesso a internet, contra 46,7% e 21,2 milhões de pessoas com conexões abaixo de 2 Mbps. Apesar de atingir uma porcentagem que corresponde a mais da metade da população brasileira conectada, os 52,5% não representam muito se comparados a outros países.
O mesmo estudo foi feito pelo IBOPE Nielsen em outros seis locais, e todos tiveram pelo menos 20 pontos porcentuais a mais que o Brasil em relação à proporção de usuários conectados que usam banda larga superior a 2 Mbps. No topo do ranking está a Alemanha, onde a marca chega aos 84,6%. Bem próximas estão França e Reino Unido, com 83,9% e 83,1%, respectivamente. Fecham a lista EUA, com 78,6%; Itália, com 77,3%, e Austrália, com 74,2%.
Especificamente no território nacional, ainda de acordo com a pesquisa, o número de usuários com internet com velocidade abaixo dos 512 Kbps caiu 39%, indo de dez milhões de pessoas em junho de 2012 para 6,1 milhões no mesmo período deste ano. Já o número de internautas ativos em domicílios aumentou em 9% se comparados os dados de 2012 e 2013, alcançando a marca de 45,4 milhões de pessoas.

Uso de grafeno em telecomunicações pode aumentar 100 vezes velocidade da internet

Físicos da Universidade de Bath e Exeter, no Reino Unido, revelaram que o grafeno em telecomunicações pode aumentar em até 100 vezes a velocidade da internet atual. Isso porque o material oferece taxas de resposta extremamente curtas.

Grafeno em telecomunicações pode aumentar velocidade da internet

As informações digitais dos satélites são transmitidas por fibras ópticas, lasers e fotodetectores. E como eles são enviados por luz e guiados usando interruptores ópticos, eles convertem esses sinais em pacotes de fótons, ou uma série de pulsos.
Hoje em dia as chaves ópticas dos sistemas de telecomunicações emitem um pulso a cada cerca de um trilionésimo de segundo. Mas é possível aumentar a quantidade de pulsos por disparo, o que aumentaria muito a velocidade.
A equipe de cientistas de Thomas Limmer, que foca seus estudos no uso do grafeno em telecomunicações, descobriu que a taxa de resposta de um detector óptico à base de grafeno é cerca de 100 vezes superior em rapidez do que os materiais usados atualmente.
Este dispositivo, porém, não é feito completamente de grafeno, mas sim conta com uma camada com o material.
“Nós observamos uma taxa de resposta óptica ultrarrápida usando o ‘grafeno de poucas camadas’, que tem aplicações interessantes para o desenvolvimento de componentes optoeletrônicos de alta velocidade”, disse o professor Enrico Da Como, coordenador do experimento. “Esta resposta rápida está na parte infravermelha do espectro eletromagnético, onde muitas aplicações em telecomunicações, segurança e também na medicina estão sendo desenvolvidas”.
O material também pode ser usado em outros componentes, como os lasers quânticos, que são utilizados para monitorar a poluição.

Uso de grafeno em telecomunicações pode aumentar 100 vezes velocidade da internet

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Físicos da Universidade de Bath e Exeter, no Reino Unido, revelaram que o grafeno em telecomunicações pode aumentar em até 100 vezes a velocidade da internet atual. Isso porque o material oferece taxas de resposta extremamente curtas.

Grafeno em telecomunicações pode aumentar velocidade da internet

As informações digitais dos satélites são transmitidas por fibras ópticas, lasers e fotodetectores. E como eles são enviados por luz e guiados usando interruptores ópticos, eles convertem esses sinais em pacotes de fótons, ou uma série de pulsos.
Hoje em dia as chaves ópticas dos sistemas de telecomunicações emitem um pulso a cada cerca de um trilionésimo de segundo. Mas é possível aumentar a quantidade de pulsos por disparo, o que aumentaria muito a velocidade.
A equipe de cientistas de Thomas Limmer, que foca seus estudos no uso do grafeno em telecomunicações, descobriu que a taxa de resposta de um detector óptico à base de grafeno é cerca de 100 vezes superior em rapidez do que os materiais usados atualmente.
Este dispositivo, porém, não é feito completamente de grafeno, mas sim conta com uma camada com o material.
“Nós observamos uma taxa de resposta óptica ultrarrápida usando o ‘grafeno de poucas camadas’, que tem aplicações interessantes para o desenvolvimento de componentes optoeletrônicos de alta velocidade”, disse o professor Enrico Da Como, coordenador do experimento. “Esta resposta rápida está na parte infravermelha do espectro eletromagnético, onde muitas aplicações em telecomunicações, segurança e também na medicina estão sendo desenvolvidas”.
O material também pode ser usado em outros componentes, como os lasers quânticos, que são utilizados para monitorar a poluição.

Preço da internet móvel limitada despenca no Brasil

O preço dos pacotes limitados de internet móvel teve uma queda brusca no Brasil de 2010 até 2013. O estudo “Banda Larga móvel e a base da pirâmide na América Latina”, feito pela Telecom Advisory Services e encomendado pela GSMA (Associação Internacional das Companhias de Telecomunicações), analisou os valores cobrados pelos serviços de internet móvel em 16 países do continente e relatou que o preço de planos de até 250 MB de consumo custam hoje 30% do valor cobrado em 2010, enquanto nos demais países a porcentagem corresponde a 48%.

Internet móvel limitada diminui o preço e planos com franquia alta disparam

No entanto, quando se trata de planos ilimitados, com alto consumo de banda, a situação é bem diferente. Enquanto hoje a média de preço dos pacotes de até 250 MB é de R$ 13,60 (US$ 5,90), os planos de pelo menos 1 GB de franquia destinados a smartphones saem por R$ 57 (US$ 24,70) – ano passado o valor era de R$ 38,60 (US$ 16,88) –, o que representa uma alta de 28% no país, que vai de encontro aos países latino-americanos, onde de 2010 para 2013 o valor cobrado caiu em média 60%.
O levantamento também computou os dados da internet móvel de modems, também com consumo mínimo de 1 GB, e nesse caso o aumento é ainda mais alarmante. No Brasil o preço cobrado subiu em 66%, já nos demais países estudados a média foi de queda de 25%. Enquanto por aqui esse tipo de serviço custa aproximadamente R$ 73,80 (US$ 32), nos outros locais estudados ele sai por cerca de R$ 36 (US$ 15,60). Tanto nos planos ilimitados para smartphones, quanto nos de modems, o preço brasileiro é o mais caro dos 16 países da América Latina que foram analisados.
Apesar da alta competitividade entre empresas que acontece no setor, o que favorece a queda nos preços, o Brasil tem como grande problema a baixa qualidade da rede móvel, que não consegue acompanhar o crescimento da internet móvel no país, o que resulta em preços tão desiguais cobrados pelos planos limitados e ilimitados, de acordo com o relatório. Por isso as operadoras preferem comercializar muitos planos que consomem pouca banda de internet, evitando que os usuários façam um grande uso da rede, que certamente não aguentaria e falharia.

Preço da internet móvel limitada despenca no Brasil

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O preço dos pacotes limitados de internet móvel teve uma queda brusca no Brasil de 2010 até 2013. O estudo “Banda Larga móvel e a base da pirâmide na América Latina”, feito pela Telecom Advisory Services e encomendado pela GSMA (Associação Internacional das Companhias de Telecomunicações), analisou os valores cobrados pelos serviços de internet móvel em 16 países do continente e relatou que o preço de planos de até 250 MB de consumo custam hoje 30% do valor cobrado em 2010, enquanto nos demais países a porcentagem corresponde a 48%.

Internet móvel limitada diminui o preço e planos com franquia alta disparam

No entanto, quando se trata de planos ilimitados, com alto consumo de banda, a situação é bem diferente. Enquanto hoje a média de preço dos pacotes de até 250 MB é de R$ 13,60 (US$ 5,90), os planos de pelo menos 1 GB de franquia destinados a smartphones saem por R$ 57 (US$ 24,70) – ano passado o valor era de R$ 38,60 (US$ 16,88) –, o que representa uma alta de 28% no país, que vai de encontro aos países latino-americanos, onde de 2010 para 2013 o valor cobrado caiu em média 60%.
O levantamento também computou os dados da internet móvel de modems, também com consumo mínimo de 1 GB, e nesse caso o aumento é ainda mais alarmante. No Brasil o preço cobrado subiu em 66%, já nos demais países estudados a média foi de queda de 25%. Enquanto por aqui esse tipo de serviço custa aproximadamente R$ 73,80 (US$ 32), nos outros locais estudados ele sai por cerca de R$ 36 (US$ 15,60). Tanto nos planos ilimitados para smartphones, quanto nos de modems, o preço brasileiro é o mais caro dos 16 países da América Latina que foram analisados.
Apesar da alta competitividade entre empresas que acontece no setor, o que favorece a queda nos preços, o Brasil tem como grande problema a baixa qualidade da rede móvel, que não consegue acompanhar o crescimento da internet móvel no país, o que resulta em preços tão desiguais cobrados pelos planos limitados e ilimitados, de acordo com o relatório. Por isso as operadoras preferem comercializar muitos planos que consomem pouca banda de internet, evitando que os usuários façam um grande uso da rede, que certamente não aguentaria e falharia.

Primeira operadora virtual do Brasil começa a operar no estado de São Paulo

No mês de agosto os brasileiros vão ver a primeira operadora virtual de telefonia móvel – que não possui antenas próprias, alugando de outras companhias – começar a funcionar. A Porto Seguro Conecta iniciou a venda de serviços de voz e internet móvel nas cidades paulistas de Campinas e Santos no primeiro dia deste mês – onde os números das linhas vão ter o prefixo 7600. A operadora virtual pertence à seguradora Porto Seguro e utiliza a infraestrutura da italiana TIM.

Operadora virtual chega com serviços diferentes

O foco da Conecta para competir no mercado será o atendimento e o relacionamento com o cliente, segundo o Gerente Geral Tiago Galli, além de oferecer serviços inovadores. Se você estiver na sua casa e tiver esquecido o celular no seu trabalho, a empresa busca o aparelho e entrega nas suas mãos, por exemplo. Ela também oferece um ‘aparelho reserva’ para você usar durante 30 dias caso o seu quebre – no entanto, não foi especificado se ele será do mesmo modelo.
Os descontos estão entre as outras tentativas para atrair clientes por parte da operadora. Se você utilizar o cartão de crédito da Porto Seguro, vai ter o desconto de 50% para comprar um aparelho de uma lista com 20 nomes, dentre os quais estão iPhone 4S e Samsung Galaxy S3. Além disso, você ganhará o abate de 5% no valor do seguro do automóvel caso seja cliente da Conecta, e 10% de cada fatura sua – no caso dos clientes pós-pago, foco da empresa – será guardada como bônus que poderão ser utilizados na contratação ou renovação de seguros da empresa.
Depois de Campinas (SP) e Santos (SP), a operadora virtual vai oferecer seus serviços em São Paulo (SP) – onde terá o prefixo 95327 –, provavelmente no último trimestre deste ano, e no Rio de Janeiro (RJ) a partir de 2014. A meta é alcançar um milhão de clientes em cinco anos. Em comparação, a Vivo tem 76,2 milhões de acordo com os dados mais recentes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), enquanto CTBC (900 mil), Nextel (120 mil) e Sarcomtel (65 mil) não chegam a um milhão.

Primeira operadora virtual do Brasil começa a operar no estado de São Paulo

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No mês de agosto os brasileiros vão ver a primeira operadora virtual de telefonia móvel – que não possui antenas próprias, alugando de outras companhias – começar a funcionar. A Porto Seguro Conecta iniciou a venda de serviços de voz e internet móvel nas cidades paulistas de Campinas e Santos no primeiro dia deste mês – onde os números das linhas vão ter o prefixo 7600. A operadora virtual pertence à seguradora Porto Seguro e utiliza a infraestrutura da italiana TIM.

Operadora virtual chega com serviços diferentes

O foco da Conecta para competir no mercado será o atendimento e o relacionamento com o cliente, segundo o Gerente Geral Tiago Galli, além de oferecer serviços inovadores. Se você estiver na sua casa e tiver esquecido o celular no seu trabalho, a empresa busca o aparelho e entrega nas suas mãos, por exemplo. Ela também oferece um ‘aparelho reserva’ para você usar durante 30 dias caso o seu quebre – no entanto, não foi especificado se ele será do mesmo modelo.
Os descontos estão entre as outras tentativas para atrair clientes por parte da operadora. Se você utilizar o cartão de crédito da Porto Seguro, vai ter o desconto de 50% para comprar um aparelho de uma lista com 20 nomes, dentre os quais estão iPhone 4S e Samsung Galaxy S3. Além disso, você ganhará o abate de 5% no valor do seguro do automóvel caso seja cliente da Conecta, e 10% de cada fatura sua – no caso dos clientes pós-pago, foco da empresa – será guardada como bônus que poderão ser utilizados na contratação ou renovação de seguros da empresa.
Depois de Campinas (SP) e Santos (SP), a operadora virtual vai oferecer seus serviços em São Paulo (SP) – onde terá o prefixo 95327 –, provavelmente no último trimestre deste ano, e no Rio de Janeiro (RJ) a partir de 2014. A meta é alcançar um milhão de clientes em cinco anos. Em comparação, a Vivo tem 76,2 milhões de acordo com os dados mais recentes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), enquanto CTBC (900 mil), Nextel (120 mil) e Sarcomtel (65 mil) não chegam a um milhão.

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