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Vendas globais de smartphones superam celulares pela primeira vez


Pela primeira vez a quantidade de smartphones vendidos ao redor do mundo superou os celulares – também chamados de feature phones – em vendas globais, segundo a empresanorte-americana de consultoria Gartner. No segundo trimestre de 2013 a venda de smartphones atingiu a marca de 225 milhões de unidades, o que representa um aumento de 46,5% em relação aos números do ano passado, totalizando uma fatia de 51,8% do mercado atual. Já os celulares foram comercializados 210 milhões de vezes.

Vendas globais: Samsung é a empresa que mais vende smartphones no mundo

Uma das regiões que mais colaborou para esse resultado foi a Ásia – com destaque para China e Índia –, que teve aumento de 74,1% nas vendas de smartphones em relação ao ano anterior. Nesses locais a alta nos números se dá pela existência de uma grande variedade de ‘smartphones de entrada’, que custam menos que os tops de linha. Na China o preço médio dos smartphones é US$ 120, sem subsídios, enquanto em Índia e Indonésia eles saem por pouco menos de US$ 100. Na América Latina também houve um aumento considerável na venda desses aparelhos, de 55,7%. Já na Europa Oriental aos números cresceram em 31,6%.
Quem também cresceu nesse mercado foi a Samsung, que se manteve isolada no topo do ranking de empresas que mais vende smartphones, com 71,3 milhões de unidades adquiridas pelos usuários até junho, aumentando sua participação de mercado de 29,7% para 31,7% entre março e junho. O segundo lugar segue com a Apple, que apesar de ter vendido 31,9 milhões de unidades a mais nesse trimestre, teve declínio na sua fatia de mercado, caindo de 18,8% para 14,2%.
O terceiro lugar da lista fica a cargo da LG, que viu suas vendas de smartphones saltarem de 5,8 milhões para 11,5 milhões de 2012 para 2013, tomando conta de 5,1% do mercado. Abaixo dela está a Lenovo, que teve o maior crescimento, de 144% na comparação ano a ano, atingindo a marca de 10,7 milhões de unidades vendidas e 4,7% de marketshare – número obtido graças aos chineses, que compraram mais de 95% desses aparelhos. Por fim vem a ZTE, que aumentou suas vendas de 6,3 milhões para 9,7 milhões, conseguindo 4,3% do mercado.

Vendas globais de smartphones superam celulares pela primeira vez

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Pela primeira vez a quantidade de smartphones vendidos ao redor do mundo superou os celulares – também chamados de feature phones – em vendas globais, segundo a empresanorte-americana de consultoria Gartner. No segundo trimestre de 2013 a venda de smartphones atingiu a marca de 225 milhões de unidades, o que representa um aumento de 46,5% em relação aos números do ano passado, totalizando uma fatia de 51,8% do mercado atual. Já os celulares foram comercializados 210 milhões de vezes.

Vendas globais: Samsung é a empresa que mais vende smartphones no mundo

Uma das regiões que mais colaborou para esse resultado foi a Ásia – com destaque para China e Índia –, que teve aumento de 74,1% nas vendas de smartphones em relação ao ano anterior. Nesses locais a alta nos números se dá pela existência de uma grande variedade de ‘smartphones de entrada’, que custam menos que os tops de linha. Na China o preço médio dos smartphones é US$ 120, sem subsídios, enquanto em Índia e Indonésia eles saem por pouco menos de US$ 100. Na América Latina também houve um aumento considerável na venda desses aparelhos, de 55,7%. Já na Europa Oriental aos números cresceram em 31,6%.
Quem também cresceu nesse mercado foi a Samsung, que se manteve isolada no topo do ranking de empresas que mais vende smartphones, com 71,3 milhões de unidades adquiridas pelos usuários até junho, aumentando sua participação de mercado de 29,7% para 31,7% entre março e junho. O segundo lugar segue com a Apple, que apesar de ter vendido 31,9 milhões de unidades a mais nesse trimestre, teve declínio na sua fatia de mercado, caindo de 18,8% para 14,2%.
O terceiro lugar da lista fica a cargo da LG, que viu suas vendas de smartphones saltarem de 5,8 milhões para 11,5 milhões de 2012 para 2013, tomando conta de 5,1% do mercado. Abaixo dela está a Lenovo, que teve o maior crescimento, de 144% na comparação ano a ano, atingindo a marca de 10,7 milhões de unidades vendidas e 4,7% de marketshare – número obtido graças aos chineses, que compraram mais de 95% desses aparelhos. Por fim vem a ZTE, que aumentou suas vendas de 6,3 milhões para 9,7 milhões, conseguindo 4,3% do mercado.

Blackberry pode ser colocada à venda


Blackberry anunciou que convocou um comitê especial para traçar “estratégias alternativas” para aumentar o valor de mercado da empresa. E uma das opções é colocar a empresa à venda.
Além disso, a empresa estuda também novas parcerias ou junções com outras companhias, além de torna-la privada. Com isso, as ações da Blackberry chegaram a aumentar em 5,7% para US$ 10,32 na manhã do domingo, 11 de agosto.

Blackberry pode ser vendida para alavancar o seu valor

A empresa canadense sofre uma grande pressão da concorrência, com a dominação do Android no mercado de smartphones nos últimos anos. Além disso, a Apple também é um grande rival, e o Windows Phone superou a empresa no quesito de sistema operacional mobile mais utilizado do mundo.
E apesar de ter lançado o Blackberry 10, um novo sistema operacional redesenhado, a empresa ainda sofre e mantém seu interesse em baixa no mercado.
A companhia anunciou também que Prem Watsa, o maior investidor da Blackberry, renunciou seu cargo do conselho, citando como motivo “potenciais conflitos que podem surgir durante este processo”.
Watsa disse que é um “grande defensor” do atual CEO Thorsten Heins, e ele seria um candidato óbvio para a BlackBerry. Ele disse que acredita que a BlackBerry pode se transformar, mas que isso pode levar de três a cinco anos.
Prem Watsa é o fundador da companhia de seguros Fairfax Financial Holdings Ltd. e é um dos mais conhecidos investidores do Canadá.
A Blackberry foi pioneira em 1999 e se tornou o sistema mais utilizado em smartphones. Até que a Apple lançou o iPhone, e ofereceu um dispositivo que oferece muito mais do que mensagens de e-mail e ligações telefônicas. E com isso, dominou o mercado.

Depois, o Google lançou o seu sistema Android e, por meio de parcerias com diversas empresas como Samsung, HTC, LG e muitas outras, dominou o mercado mundial.

Blackberry pode ser colocada à venda

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Blackberry anunciou que convocou um comitê especial para traçar “estratégias alternativas” para aumentar o valor de mercado da empresa. E uma das opções é colocar a empresa à venda.
Além disso, a empresa estuda também novas parcerias ou junções com outras companhias, além de torna-la privada. Com isso, as ações da Blackberry chegaram a aumentar em 5,7% para US$ 10,32 na manhã do domingo, 11 de agosto.

Blackberry pode ser vendida para alavancar o seu valor

A empresa canadense sofre uma grande pressão da concorrência, com a dominação do Android no mercado de smartphones nos últimos anos. Além disso, a Apple também é um grande rival, e o Windows Phone superou a empresa no quesito de sistema operacional mobile mais utilizado do mundo.
E apesar de ter lançado o Blackberry 10, um novo sistema operacional redesenhado, a empresa ainda sofre e mantém seu interesse em baixa no mercado.
A companhia anunciou também que Prem Watsa, o maior investidor da Blackberry, renunciou seu cargo do conselho, citando como motivo “potenciais conflitos que podem surgir durante este processo”.
Watsa disse que é um “grande defensor” do atual CEO Thorsten Heins, e ele seria um candidato óbvio para a BlackBerry. Ele disse que acredita que a BlackBerry pode se transformar, mas que isso pode levar de três a cinco anos.
Prem Watsa é o fundador da companhia de seguros Fairfax Financial Holdings Ltd. e é um dos mais conhecidos investidores do Canadá.
A Blackberry foi pioneira em 1999 e se tornou o sistema mais utilizado em smartphones. Até que a Apple lançou o iPhone, e ofereceu um dispositivo que oferece muito mais do que mensagens de e-mail e ligações telefônicas. E com isso, dominou o mercado.

Depois, o Google lançou o seu sistema Android e, por meio de parcerias com diversas empresas como Samsung, HTC, LG e muitas outras, dominou o mercado mundial.

Mais de 30% dos internautas brasileiros se comunicam por chamadas de vídeo


Uma pesquisa realizada online pela empresa Ericsson com 1,8 mil pessoas no Brasil com idade geralmente entre 20 e 24 anos constatou que 31% deles têm o hábito de se comunicar por meio de chamadas de vídeo. Geralmente o programa utilizado é o Skype, e nem sempre as chamadas são para pessoas distantes geograficamente. “Percebemos que 80% das pessoas falam com os amigos, ou pessoas próximas, dentro do Brasil mesmo”, declarou o Especialista da Área de Consumo da empresa para América Latina e Caribe, André Gualda.

Chamadas de vídeo x Mensagens de texto

Mas as chamadas em vídeo não se resumem para contatos pessoais. Gualda ainda ressalta que os métodos convencionais estão se tornando opção no mundo corporativo. “Outro fator importante é que as pessoas estão se adaptando para os negócios também. Empresas que não tem sistema de teleconferência utilizam esse sistema como opção de negócios, o que facilitou acomunicação em termos de investimento”, afirmou ele.
Dentre as conferências em vídeo, 30% são realizadas por meio de smartphones, porcentagem que sobe para 77% quando se trata de chamadas de voz, também analisadas no estudo. Para o especialista latino-americano da Ericsson, esse número só não é maior porque “nem todo mundo tem smartphone ainda”. No entanto, de acordo com ele, “a tendência é que até 2017 isso [porcentagem de chamadas de voz feitas por smartphones] cresça até 50%”.
No caso das chamadas de voz, a fatia de internautas entrevistados que utilizam constantemente esse recurso também aumenta, chegando aos 40%. O principal aparelho usado para essa função são os tablets, tendo sido utilizado em algum momento por 91% das pessoas. Em seguida vêm os notebooks, com 82%, e logo depois os desktops – computadores de mesa –, com 80%.
Por fim, o levantamento indagou os entrevistados sobre o uso ou não de mensageiros instantâneos de texto – o que vale tanto para chats, quanto para redes sociais. Essa pergunta foi respondida positivamente por 51% das pessoas. Gualda ainda conta que em alguns casos o contato em chats só é feito se a outra pessoa se mostrar disponível.
“Só vou te incomodar se você estiver online, foi o que 14% [dos entrevistados] responderam. Acho que esse é o principal fator: eu posso ver se você está online”, declarou o executivo, que finalizou afirmando que outro fator que deve ser levado em consideração é a velocidade da conversa, por isso o primeiro contato só é feito com quem se mostra online em alguns casos.

Mais de 30% dos internautas brasileiros se comunicam por chamadas de vídeo

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Uma pesquisa realizada online pela empresa Ericsson com 1,8 mil pessoas no Brasil com idade geralmente entre 20 e 24 anos constatou que 31% deles têm o hábito de se comunicar por meio de chamadas de vídeo. Geralmente o programa utilizado é o Skype, e nem sempre as chamadas são para pessoas distantes geograficamente. “Percebemos que 80% das pessoas falam com os amigos, ou pessoas próximas, dentro do Brasil mesmo”, declarou o Especialista da Área de Consumo da empresa para América Latina e Caribe, André Gualda.

Chamadas de vídeo x Mensagens de texto

Mas as chamadas em vídeo não se resumem para contatos pessoais. Gualda ainda ressalta que os métodos convencionais estão se tornando opção no mundo corporativo. “Outro fator importante é que as pessoas estão se adaptando para os negócios também. Empresas que não tem sistema de teleconferência utilizam esse sistema como opção de negócios, o que facilitou acomunicação em termos de investimento”, afirmou ele.
Dentre as conferências em vídeo, 30% são realizadas por meio de smartphones, porcentagem que sobe para 77% quando se trata de chamadas de voz, também analisadas no estudo. Para o especialista latino-americano da Ericsson, esse número só não é maior porque “nem todo mundo tem smartphone ainda”. No entanto, de acordo com ele, “a tendência é que até 2017 isso [porcentagem de chamadas de voz feitas por smartphones] cresça até 50%”.
No caso das chamadas de voz, a fatia de internautas entrevistados que utilizam constantemente esse recurso também aumenta, chegando aos 40%. O principal aparelho usado para essa função são os tablets, tendo sido utilizado em algum momento por 91% das pessoas. Em seguida vêm os notebooks, com 82%, e logo depois os desktops – computadores de mesa –, com 80%.
Por fim, o levantamento indagou os entrevistados sobre o uso ou não de mensageiros instantâneos de texto – o que vale tanto para chats, quanto para redes sociais. Essa pergunta foi respondida positivamente por 51% das pessoas. Gualda ainda conta que em alguns casos o contato em chats só é feito se a outra pessoa se mostrar disponível.
“Só vou te incomodar se você estiver online, foi o que 14% [dos entrevistados] responderam. Acho que esse é o principal fator: eu posso ver se você está online”, declarou o executivo, que finalizou afirmando que outro fator que deve ser levado em consideração é a velocidade da conversa, por isso o primeiro contato só é feito com quem se mostra online em alguns casos.

Banda larga superior a 8 Mbps foi a que mais cresceu proporcionalmente no Brasil


A proporção de brasileiros que passou a ter internet banda larga com velocidade superior a 8 Mbps foi a que mais cresceu de junho de 2012 até junho de 2013, aumentando em 49% a quantidade de usuários, segundo a pesquisa NetSpeed Online Report, do IBOPE Nielsen Online. Hoje, o total de brasileiros com essa faixa de velocidade de internet é de 7,8 milhões de pessoas, o equivalente a 17,1% de todos que possuem banda larga no país.

Banda larga no Brasil

Já aqueles que possuem internet de 2 Mbps até 8 Mbps somaram 16,1 milhões de pessoas até junho deste ano, quando o levantamento de dados em questão foi encerrado. No mesmo período de 2012 eram 11,6 milhões de pessoas com banda larga nesta faixa de velocidade, representado, portanto, um aumento de 4,5 milhões de usuários, que classifica a categoria como a que teve o maior aumento em número pessoas no Brasil.
Unificando as duas faixas de velocidade – de 2 Mbps até 8 Mbps e superior a 8 Mbps – temos 23,9 milhões de usuários, que são responsáveis por uma fatia de 52,5% do total de brasileiros com acesso a internet, contra 46,7% e 21,2 milhões de pessoas com conexões abaixo de 2 Mbps. Apesar de atingir uma porcentagem que corresponde a mais da metade da população brasileira conectada, os 52,5% não representam muito se comparados a outros países.
O mesmo estudo foi feito pelo IBOPE Nielsen em outros seis locais, e todos tiveram pelo menos 20 pontos porcentuais a mais que o Brasil em relação à proporção de usuários conectados que usam banda larga superior a 2 Mbps. No topo do ranking está a Alemanha, onde a marca chega aos 84,6%. Bem próximas estão França e Reino Unido, com 83,9% e 83,1%, respectivamente. Fecham a lista EUA, com 78,6%; Itália, com 77,3%, e Austrália, com 74,2%.
Especificamente no território nacional, ainda de acordo com a pesquisa, o número de usuários com internet com velocidade abaixo dos 512 Kbps caiu 39%, indo de dez milhões de pessoas em junho de 2012 para 6,1 milhões no mesmo período deste ano. Já o número de internautas ativos em domicílios aumentou em 9% se comparados os dados de 2012 e 2013, alcançando a marca de 45,4 milhões de pessoas.

Banda larga superior a 8 Mbps foi a que mais cresceu proporcionalmente no Brasil

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A proporção de brasileiros que passou a ter internet banda larga com velocidade superior a 8 Mbps foi a que mais cresceu de junho de 2012 até junho de 2013, aumentando em 49% a quantidade de usuários, segundo a pesquisa NetSpeed Online Report, do IBOPE Nielsen Online. Hoje, o total de brasileiros com essa faixa de velocidade de internet é de 7,8 milhões de pessoas, o equivalente a 17,1% de todos que possuem banda larga no país.

Banda larga no Brasil

Já aqueles que possuem internet de 2 Mbps até 8 Mbps somaram 16,1 milhões de pessoas até junho deste ano, quando o levantamento de dados em questão foi encerrado. No mesmo período de 2012 eram 11,6 milhões de pessoas com banda larga nesta faixa de velocidade, representado, portanto, um aumento de 4,5 milhões de usuários, que classifica a categoria como a que teve o maior aumento em número pessoas no Brasil.
Unificando as duas faixas de velocidade – de 2 Mbps até 8 Mbps e superior a 8 Mbps – temos 23,9 milhões de usuários, que são responsáveis por uma fatia de 52,5% do total de brasileiros com acesso a internet, contra 46,7% e 21,2 milhões de pessoas com conexões abaixo de 2 Mbps. Apesar de atingir uma porcentagem que corresponde a mais da metade da população brasileira conectada, os 52,5% não representam muito se comparados a outros países.
O mesmo estudo foi feito pelo IBOPE Nielsen em outros seis locais, e todos tiveram pelo menos 20 pontos porcentuais a mais que o Brasil em relação à proporção de usuários conectados que usam banda larga superior a 2 Mbps. No topo do ranking está a Alemanha, onde a marca chega aos 84,6%. Bem próximas estão França e Reino Unido, com 83,9% e 83,1%, respectivamente. Fecham a lista EUA, com 78,6%; Itália, com 77,3%, e Austrália, com 74,2%.
Especificamente no território nacional, ainda de acordo com a pesquisa, o número de usuários com internet com velocidade abaixo dos 512 Kbps caiu 39%, indo de dez milhões de pessoas em junho de 2012 para 6,1 milhões no mesmo período deste ano. Já o número de internautas ativos em domicílios aumentou em 9% se comparados os dados de 2012 e 2013, alcançando a marca de 45,4 milhões de pessoas.

Diferença entre Microsoft e Apple no mercado de smartphones cai quase 25%

A distância da Microsoft para a Apple em relação à participação das empresas no mercado desmartphones caiu em quase 25% entre o primeiro semestre de 2012 e o mesmo período de 2013, de acordo com estatísticas divulgadas pela empresa norte-americana de análise de mercado e marketing, Strategy Analytics. Os dados referentes aos seis primeiros meses do ano passado mostravam uma distância de 13% entre a segunda e a terceira colocada no ranking geral, número que caiu para 9,7%.

Mercado de smartphones: Microsoft e Android crescem; Apple e outros sistemas diminuem

Ao fim do segundo trimestre de 2012 a empresa de Redmond registrava marketshare de 3,6%, enquanto a Maçã alcançava 16,6%. Já nos dados mais recentes divulgados, referentes até o mês de julho de 2013, os números alternaram para 3,9% e 13,6%, respectivamente. O crescimento da MS no período foi de quase 10%, enquanto a Apple teve queda superior a 15%. No período analisado de 2012 a Microsoft vendeu 5,6 milhões de aparelhos, contra 8,9 milhões em 2013, já a companhia de Cupertino comercializou 26 milhões de gadgets ano passado, contra 31,2 milhões este ano.
O Android permanece líder isolado, saltando de 69,5% para 79,5% na sua participação de mercado, crescendo cerca de 15%. As vendas dos smartphones com este sistema operacional – que existem em quantidade bem maior – são bem maiores: 108,7 milhões no primeiro semestre de 2012 e 182,6 milhões até o primeiro semestre de 2013. Os demais sistemas operacionais e empresas, somados, atingem uma fatia de 3% do mercado atualmente – ano passado o número era de 10% –, tendo 6,9 milhões de aparelhos comercializados em 2013, contra 16,2 milhões no período em questão de 2012.
O crescimento da Microsoft é reconhecido pelos executivos da Strategy Analytics. “A Microsoft está progredindo ao prover suporte aos aparelhos da Nokia. No entanto, acreditamos que o WP8 ainda precisa de melhoramentos em pelo menos duas áreas. Primeiro, a taxa de licença cobrada pelas fabricantes do WP8 deve ser mais competitiva. E depois, a Microsoft deve apoiar tecnologias mais avançadas, tais como chips octa-core”, afirma uma das analistas da empresa, Linda Sui.

Nokia reclama da falta de apps do WP8

O vice-presidente da Nokia, Bryan Biniak, pediu à Microsoft que ela dê mais atenção ao seu sistema operacional móvel dela, durante entrevista concedida ao site International Business Times UK esta semana. Na ocasião, Biniak afirmou que “não pode vender um smartphone sem os aplicativos”, justificando a cobrança feita à Redmond. Para ele, a MS não pode esperar mais para realizar grandes ações em prol do Windows Phone.

Crescimento maior foi registrado pelos tablets

A Strategy Analytics divulgou no final de julho outro relatório referente à participação de mercado, desta vez analisando os tablets. Nele, a Microsoft teve uma melhora ainda mais significante em seus números, vendo sua fatia de mercado se multiplicar em nove vezes. Os dados sobre esse tipo de gadget mostraram que a empresa de Redmond foi a responsável por mais de dois milhões de aparelhos comercializados.

Diferença entre Microsoft e Apple no mercado de smartphones cai quase 25%

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A distância da Microsoft para a Apple em relação à participação das empresas no mercado desmartphones caiu em quase 25% entre o primeiro semestre de 2012 e o mesmo período de 2013, de acordo com estatísticas divulgadas pela empresa norte-americana de análise de mercado e marketing, Strategy Analytics. Os dados referentes aos seis primeiros meses do ano passado mostravam uma distância de 13% entre a segunda e a terceira colocada no ranking geral, número que caiu para 9,7%.

Mercado de smartphones: Microsoft e Android crescem; Apple e outros sistemas diminuem

Ao fim do segundo trimestre de 2012 a empresa de Redmond registrava marketshare de 3,6%, enquanto a Maçã alcançava 16,6%. Já nos dados mais recentes divulgados, referentes até o mês de julho de 2013, os números alternaram para 3,9% e 13,6%, respectivamente. O crescimento da MS no período foi de quase 10%, enquanto a Apple teve queda superior a 15%. No período analisado de 2012 a Microsoft vendeu 5,6 milhões de aparelhos, contra 8,9 milhões em 2013, já a companhia de Cupertino comercializou 26 milhões de gadgets ano passado, contra 31,2 milhões este ano.
O Android permanece líder isolado, saltando de 69,5% para 79,5% na sua participação de mercado, crescendo cerca de 15%. As vendas dos smartphones com este sistema operacional – que existem em quantidade bem maior – são bem maiores: 108,7 milhões no primeiro semestre de 2012 e 182,6 milhões até o primeiro semestre de 2013. Os demais sistemas operacionais e empresas, somados, atingem uma fatia de 3% do mercado atualmente – ano passado o número era de 10% –, tendo 6,9 milhões de aparelhos comercializados em 2013, contra 16,2 milhões no período em questão de 2012.
O crescimento da Microsoft é reconhecido pelos executivos da Strategy Analytics. “A Microsoft está progredindo ao prover suporte aos aparelhos da Nokia. No entanto, acreditamos que o WP8 ainda precisa de melhoramentos em pelo menos duas áreas. Primeiro, a taxa de licença cobrada pelas fabricantes do WP8 deve ser mais competitiva. E depois, a Microsoft deve apoiar tecnologias mais avançadas, tais como chips octa-core”, afirma uma das analistas da empresa, Linda Sui.

Nokia reclama da falta de apps do WP8

O vice-presidente da Nokia, Bryan Biniak, pediu à Microsoft que ela dê mais atenção ao seu sistema operacional móvel dela, durante entrevista concedida ao site International Business Times UK esta semana. Na ocasião, Biniak afirmou que “não pode vender um smartphone sem os aplicativos”, justificando a cobrança feita à Redmond. Para ele, a MS não pode esperar mais para realizar grandes ações em prol do Windows Phone.

Crescimento maior foi registrado pelos tablets

A Strategy Analytics divulgou no final de julho outro relatório referente à participação de mercado, desta vez analisando os tablets. Nele, a Microsoft teve uma melhora ainda mais significante em seus números, vendo sua fatia de mercado se multiplicar em nove vezes. Os dados sobre esse tipo de gadget mostraram que a empresa de Redmond foi a responsável por mais de dois milhões de aparelhos comercializados.

Preço da internet móvel limitada despenca no Brasil

O preço dos pacotes limitados de internet móvel teve uma queda brusca no Brasil de 2010 até 2013. O estudo “Banda Larga móvel e a base da pirâmide na América Latina”, feito pela Telecom Advisory Services e encomendado pela GSMA (Associação Internacional das Companhias de Telecomunicações), analisou os valores cobrados pelos serviços de internet móvel em 16 países do continente e relatou que o preço de planos de até 250 MB de consumo custam hoje 30% do valor cobrado em 2010, enquanto nos demais países a porcentagem corresponde a 48%.

Internet móvel limitada diminui o preço e planos com franquia alta disparam

No entanto, quando se trata de planos ilimitados, com alto consumo de banda, a situação é bem diferente. Enquanto hoje a média de preço dos pacotes de até 250 MB é de R$ 13,60 (US$ 5,90), os planos de pelo menos 1 GB de franquia destinados a smartphones saem por R$ 57 (US$ 24,70) – ano passado o valor era de R$ 38,60 (US$ 16,88) –, o que representa uma alta de 28% no país, que vai de encontro aos países latino-americanos, onde de 2010 para 2013 o valor cobrado caiu em média 60%.
O levantamento também computou os dados da internet móvel de modems, também com consumo mínimo de 1 GB, e nesse caso o aumento é ainda mais alarmante. No Brasil o preço cobrado subiu em 66%, já nos demais países estudados a média foi de queda de 25%. Enquanto por aqui esse tipo de serviço custa aproximadamente R$ 73,80 (US$ 32), nos outros locais estudados ele sai por cerca de R$ 36 (US$ 15,60). Tanto nos planos ilimitados para smartphones, quanto nos de modems, o preço brasileiro é o mais caro dos 16 países da América Latina que foram analisados.
Apesar da alta competitividade entre empresas que acontece no setor, o que favorece a queda nos preços, o Brasil tem como grande problema a baixa qualidade da rede móvel, que não consegue acompanhar o crescimento da internet móvel no país, o que resulta em preços tão desiguais cobrados pelos planos limitados e ilimitados, de acordo com o relatório. Por isso as operadoras preferem comercializar muitos planos que consomem pouca banda de internet, evitando que os usuários façam um grande uso da rede, que certamente não aguentaria e falharia.

Preço da internet móvel limitada despenca no Brasil

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O preço dos pacotes limitados de internet móvel teve uma queda brusca no Brasil de 2010 até 2013. O estudo “Banda Larga móvel e a base da pirâmide na América Latina”, feito pela Telecom Advisory Services e encomendado pela GSMA (Associação Internacional das Companhias de Telecomunicações), analisou os valores cobrados pelos serviços de internet móvel em 16 países do continente e relatou que o preço de planos de até 250 MB de consumo custam hoje 30% do valor cobrado em 2010, enquanto nos demais países a porcentagem corresponde a 48%.

Internet móvel limitada diminui o preço e planos com franquia alta disparam

No entanto, quando se trata de planos ilimitados, com alto consumo de banda, a situação é bem diferente. Enquanto hoje a média de preço dos pacotes de até 250 MB é de R$ 13,60 (US$ 5,90), os planos de pelo menos 1 GB de franquia destinados a smartphones saem por R$ 57 (US$ 24,70) – ano passado o valor era de R$ 38,60 (US$ 16,88) –, o que representa uma alta de 28% no país, que vai de encontro aos países latino-americanos, onde de 2010 para 2013 o valor cobrado caiu em média 60%.
O levantamento também computou os dados da internet móvel de modems, também com consumo mínimo de 1 GB, e nesse caso o aumento é ainda mais alarmante. No Brasil o preço cobrado subiu em 66%, já nos demais países estudados a média foi de queda de 25%. Enquanto por aqui esse tipo de serviço custa aproximadamente R$ 73,80 (US$ 32), nos outros locais estudados ele sai por cerca de R$ 36 (US$ 15,60). Tanto nos planos ilimitados para smartphones, quanto nos de modems, o preço brasileiro é o mais caro dos 16 países da América Latina que foram analisados.
Apesar da alta competitividade entre empresas que acontece no setor, o que favorece a queda nos preços, o Brasil tem como grande problema a baixa qualidade da rede móvel, que não consegue acompanhar o crescimento da internet móvel no país, o que resulta em preços tão desiguais cobrados pelos planos limitados e ilimitados, de acordo com o relatório. Por isso as operadoras preferem comercializar muitos planos que consomem pouca banda de internet, evitando que os usuários façam um grande uso da rede, que certamente não aguentaria e falharia.

Primeira operadora virtual do Brasil começa a operar no estado de São Paulo

No mês de agosto os brasileiros vão ver a primeira operadora virtual de telefonia móvel – que não possui antenas próprias, alugando de outras companhias – começar a funcionar. A Porto Seguro Conecta iniciou a venda de serviços de voz e internet móvel nas cidades paulistas de Campinas e Santos no primeiro dia deste mês – onde os números das linhas vão ter o prefixo 7600. A operadora virtual pertence à seguradora Porto Seguro e utiliza a infraestrutura da italiana TIM.

Operadora virtual chega com serviços diferentes

O foco da Conecta para competir no mercado será o atendimento e o relacionamento com o cliente, segundo o Gerente Geral Tiago Galli, além de oferecer serviços inovadores. Se você estiver na sua casa e tiver esquecido o celular no seu trabalho, a empresa busca o aparelho e entrega nas suas mãos, por exemplo. Ela também oferece um ‘aparelho reserva’ para você usar durante 30 dias caso o seu quebre – no entanto, não foi especificado se ele será do mesmo modelo.
Os descontos estão entre as outras tentativas para atrair clientes por parte da operadora. Se você utilizar o cartão de crédito da Porto Seguro, vai ter o desconto de 50% para comprar um aparelho de uma lista com 20 nomes, dentre os quais estão iPhone 4S e Samsung Galaxy S3. Além disso, você ganhará o abate de 5% no valor do seguro do automóvel caso seja cliente da Conecta, e 10% de cada fatura sua – no caso dos clientes pós-pago, foco da empresa – será guardada como bônus que poderão ser utilizados na contratação ou renovação de seguros da empresa.
Depois de Campinas (SP) e Santos (SP), a operadora virtual vai oferecer seus serviços em São Paulo (SP) – onde terá o prefixo 95327 –, provavelmente no último trimestre deste ano, e no Rio de Janeiro (RJ) a partir de 2014. A meta é alcançar um milhão de clientes em cinco anos. Em comparação, a Vivo tem 76,2 milhões de acordo com os dados mais recentes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), enquanto CTBC (900 mil), Nextel (120 mil) e Sarcomtel (65 mil) não chegam a um milhão.

Primeira operadora virtual do Brasil começa a operar no estado de São Paulo

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No mês de agosto os brasileiros vão ver a primeira operadora virtual de telefonia móvel – que não possui antenas próprias, alugando de outras companhias – começar a funcionar. A Porto Seguro Conecta iniciou a venda de serviços de voz e internet móvel nas cidades paulistas de Campinas e Santos no primeiro dia deste mês – onde os números das linhas vão ter o prefixo 7600. A operadora virtual pertence à seguradora Porto Seguro e utiliza a infraestrutura da italiana TIM.

Operadora virtual chega com serviços diferentes

O foco da Conecta para competir no mercado será o atendimento e o relacionamento com o cliente, segundo o Gerente Geral Tiago Galli, além de oferecer serviços inovadores. Se você estiver na sua casa e tiver esquecido o celular no seu trabalho, a empresa busca o aparelho e entrega nas suas mãos, por exemplo. Ela também oferece um ‘aparelho reserva’ para você usar durante 30 dias caso o seu quebre – no entanto, não foi especificado se ele será do mesmo modelo.
Os descontos estão entre as outras tentativas para atrair clientes por parte da operadora. Se você utilizar o cartão de crédito da Porto Seguro, vai ter o desconto de 50% para comprar um aparelho de uma lista com 20 nomes, dentre os quais estão iPhone 4S e Samsung Galaxy S3. Além disso, você ganhará o abate de 5% no valor do seguro do automóvel caso seja cliente da Conecta, e 10% de cada fatura sua – no caso dos clientes pós-pago, foco da empresa – será guardada como bônus que poderão ser utilizados na contratação ou renovação de seguros da empresa.
Depois de Campinas (SP) e Santos (SP), a operadora virtual vai oferecer seus serviços em São Paulo (SP) – onde terá o prefixo 95327 –, provavelmente no último trimestre deste ano, e no Rio de Janeiro (RJ) a partir de 2014. A meta é alcançar um milhão de clientes em cinco anos. Em comparação, a Vivo tem 76,2 milhões de acordo com os dados mais recentes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), enquanto CTBC (900 mil), Nextel (120 mil) e Sarcomtel (65 mil) não chegam a um milhão.

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