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Japão sinaliza parceria com o Brasil para pesquisas científicas


O Presidente da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia (JST), Michiharu Nakamura, chefiou uma deleção de pesquisadores japoneses que veio ao Brasil recentemente visitar FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Instituto Butantan e USP, dentre outros locais, e afirmou que o Japão já possui laços por aqui, para realizar pesquisas científicas. “Consideramos a FAPESP um parceiro potencial importante com quem queremos trabalhar conjuntamente”, declarou ele.

Brasil e Japão podem fazer aliança em busca de pesquisas científicas

Apesar do Japão ser reconhecido mundialmente no campo da ciência e da tecnologia, Nakamura não acredita que o caminho seja avançar sozinho nos estudos. “Temos um número elevado de pesquisadores de alto nível, mas, ainda que alto, é um número insuficiente. Além disso, consideramos fundamental a ‘circulação de cérebros’ e a construção de redes profissionais, por isso encorajamos os cientistas japoneses a trabalhar em conjunto com colegas de outros países”, explicou.
O Presidente da JST ainda conta que “pesquisa é uma atividade que demanda muito tempo e risco. Nem sempre dá os resultados esperados ou mesmo um resultado significativo”. Como solução, ele aponta a união entre países para realizar pesquisas, que é um dos objetivos da agência japonesa, por meio da “criação de um ecossistema global de inovação. Queremos globalizar a P&D (pesquisa e desenvolvimento)”, conta Nakamura.
Essa não é a primeira vez que os países trocam experiências, em março deste ano o Presidente da FAPESP, Celso Lafer, comandou um grupo de brasileiros que foi até Tóquio se encontrar com membros da JST. O próprio Nakamura considera os países próximos, “apesar da distância geográfica”. “Temos programas de pesquisa em conjunto com o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e, desta vez, viemos ao país para conhecer melhor o sistema de ciência, tecnologia e inovação em São Paulo em busca de potenciais parcerias”, ressalta o japonês.

Japão sinaliza parceria com o Brasil para pesquisas científicas

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O Presidente da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia (JST), Michiharu Nakamura, chefiou uma deleção de pesquisadores japoneses que veio ao Brasil recentemente visitar FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Instituto Butantan e USP, dentre outros locais, e afirmou que o Japão já possui laços por aqui, para realizar pesquisas científicas. “Consideramos a FAPESP um parceiro potencial importante com quem queremos trabalhar conjuntamente”, declarou ele.

Brasil e Japão podem fazer aliança em busca de pesquisas científicas

Apesar do Japão ser reconhecido mundialmente no campo da ciência e da tecnologia, Nakamura não acredita que o caminho seja avançar sozinho nos estudos. “Temos um número elevado de pesquisadores de alto nível, mas, ainda que alto, é um número insuficiente. Além disso, consideramos fundamental a ‘circulação de cérebros’ e a construção de redes profissionais, por isso encorajamos os cientistas japoneses a trabalhar em conjunto com colegas de outros países”, explicou.
O Presidente da JST ainda conta que “pesquisa é uma atividade que demanda muito tempo e risco. Nem sempre dá os resultados esperados ou mesmo um resultado significativo”. Como solução, ele aponta a união entre países para realizar pesquisas, que é um dos objetivos da agência japonesa, por meio da “criação de um ecossistema global de inovação. Queremos globalizar a P&D (pesquisa e desenvolvimento)”, conta Nakamura.
Essa não é a primeira vez que os países trocam experiências, em março deste ano o Presidente da FAPESP, Celso Lafer, comandou um grupo de brasileiros que foi até Tóquio se encontrar com membros da JST. O próprio Nakamura considera os países próximos, “apesar da distância geográfica”. “Temos programas de pesquisa em conjunto com o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e, desta vez, viemos ao país para conhecer melhor o sistema de ciência, tecnologia e inovação em São Paulo em busca de potenciais parcerias”, ressalta o japonês.

Lua de Júpiter pode ser habitada pelo homem


A NASA acredita que a lua de Júpiter, chamada de Europa, poderá ser habitada por humanos no futuro.
Com isso, a agência espacial contratou uma equipe de cientistas para traçar os objetivos exatos de um pouso na superfície do astro.
A equipe traçou três objetivos principais, que foram publicados no jornal científico Astrobiology.

Lua de Júpiter pode ser o próximo passo na exploração espacial

O primeiro deles é investigar o material da superfície, que não é feito de gelo, apesar de apresentar temperaturas extremamente baixas. Essa pesquisa seria dividida em duas profundidades para que o solo fosse entendido com detalhes. Principalmente em relação aos seus materiais, sais e componentes químicos.
O segundo foco seria no mapeamento geofísico do local. Para descobrir qual o padrão de magnetismo do solo.

Finalmente, os cientistas acreditam que uma nave pousada na superfície poderia oferecer detalhes de seus componentes e mapear o local em escala humana.
“Chegar à [lua] Europa e tocar sua superfície é uma meta visionária da ciência planetária “, disse Robert Pappalardo, PhD do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.
“Este é um desafio técnico difícil, que está, provavelmente, há muitos anos de distância. Compreender as questões científicas fundamentais a serem abordadas no futuro nos ajuda a concentrarmos nas tecnologias necessárias para nos levar até lá.”
Os cientistas acreditam que a composição do oceano no astro seja semelhante ao oceano salgado da Terra.

“Pousar na superfície de Europa é um passo fundamental na investigação astro biológica desse mundo “, disse Christopher McKay, PhD, editor sênior da Astrobiologia e cientista da NASA Ames Research Center.
“O trabalho de Pappalardo descreve a ciência que poderia ser feito por essa nave. A esperança é que os materiais de superfície incluam biomarcadores carregados pelos oceanos.”
A Europa foi examinada pela primeira vez pela missão Voyager, em 1979, e pela missão Galileuem 1990.
Além disso, cientistas acreditam que a Encelado, uma lua pertencente a Saturno, também pode ser habitável.


Lua de Júpiter pode ser habitada pelo homem

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A NASA acredita que a lua de Júpiter, chamada de Europa, poderá ser habitada por humanos no futuro.
Com isso, a agência espacial contratou uma equipe de cientistas para traçar os objetivos exatos de um pouso na superfície do astro.
A equipe traçou três objetivos principais, que foram publicados no jornal científico Astrobiology.

Lua de Júpiter pode ser o próximo passo na exploração espacial

O primeiro deles é investigar o material da superfície, que não é feito de gelo, apesar de apresentar temperaturas extremamente baixas. Essa pesquisa seria dividida em duas profundidades para que o solo fosse entendido com detalhes. Principalmente em relação aos seus materiais, sais e componentes químicos.
O segundo foco seria no mapeamento geofísico do local. Para descobrir qual o padrão de magnetismo do solo.

Finalmente, os cientistas acreditam que uma nave pousada na superfície poderia oferecer detalhes de seus componentes e mapear o local em escala humana.
“Chegar à [lua] Europa e tocar sua superfície é uma meta visionária da ciência planetária “, disse Robert Pappalardo, PhD do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.
“Este é um desafio técnico difícil, que está, provavelmente, há muitos anos de distância. Compreender as questões científicas fundamentais a serem abordadas no futuro nos ajuda a concentrarmos nas tecnologias necessárias para nos levar até lá.”
Os cientistas acreditam que a composição do oceano no astro seja semelhante ao oceano salgado da Terra.

“Pousar na superfície de Europa é um passo fundamental na investigação astro biológica desse mundo “, disse Christopher McKay, PhD, editor sênior da Astrobiologia e cientista da NASA Ames Research Center.
“O trabalho de Pappalardo descreve a ciência que poderia ser feito por essa nave. A esperança é que os materiais de superfície incluam biomarcadores carregados pelos oceanos.”
A Europa foi examinada pela primeira vez pela missão Voyager, em 1979, e pela missão Galileuem 1990.
Além disso, cientistas acreditam que a Encelado, uma lua pertencente a Saturno, também pode ser habitável.


Video: Cientistas criam hambúrguer sintético


Depois de cinco anos de pesquisa, cientistas conseguiram criar um hambúrguer sintético feito a partir de células-tronco. E segundo degustadores que experimentaram a carne, depois de preparada em uma frigideira, o sabor é “parecido” com o de carne.

Hambúrguer sintético pode eliminar necessidade de criação e abate de animais para produzir carne

O hambúrguer foi cultivado em um laboratório usando células-troncos bovinas e teve um custo de 250 mil euros, cerca de 760 mil reais.
Ele tem um aspecto comum, redondo e avermelhado. Ele conta também com materiais comuns de cozinha, como sal, miolo de pão e ovo desidratado, além de 20 mil fitas de proteína de laboratório e suco de beterraba e açafrão, usados para dar cor.
No evento em Londres, que foi televisionado, e que apresentou a novidade, os degustadores observaram a ausência de gordura na carne. E quando foram incitados a darem mais detalhes sobre o sabor, o crítico gastronômico Josh Schonwald disse que lembra um “bolo de proteína animal”.

Mark Post, da Universidade de Maastricht, na Holanda, o cientista responsável pela criação, também ficou animado com o resultado. Disse que é um ótimo começo.
A ideia é mostrar para todos que, no futuro, a carne não precisa vir necessariamente da criação e abate de milhões de animais – o que é um processo extremamente caro para a economia. “A atual produção de carne está no seu máximo – precisamos encontrar uma alternativa”, disse Post.
Quando jornalistas se propuseram a experimentar a carne, o cientista recusou o pedido, dizendo que não havia o suficiente para todos. Mas que serviria ela aos seus filhos, se referindo a um futuro próximo.


Video: Cientistas criam hambúrguer sintético

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Depois de cinco anos de pesquisa, cientistas conseguiram criar um hambúrguer sintético feito a partir de células-tronco. E segundo degustadores que experimentaram a carne, depois de preparada em uma frigideira, o sabor é “parecido” com o de carne.

Hambúrguer sintético pode eliminar necessidade de criação e abate de animais para produzir carne

O hambúrguer foi cultivado em um laboratório usando células-troncos bovinas e teve um custo de 250 mil euros, cerca de 760 mil reais.
Ele tem um aspecto comum, redondo e avermelhado. Ele conta também com materiais comuns de cozinha, como sal, miolo de pão e ovo desidratado, além de 20 mil fitas de proteína de laboratório e suco de beterraba e açafrão, usados para dar cor.
No evento em Londres, que foi televisionado, e que apresentou a novidade, os degustadores observaram a ausência de gordura na carne. E quando foram incitados a darem mais detalhes sobre o sabor, o crítico gastronômico Josh Schonwald disse que lembra um “bolo de proteína animal”.

Mark Post, da Universidade de Maastricht, na Holanda, o cientista responsável pela criação, também ficou animado com o resultado. Disse que é um ótimo começo.
A ideia é mostrar para todos que, no futuro, a carne não precisa vir necessariamente da criação e abate de milhões de animais – o que é um processo extremamente caro para a economia. “A atual produção de carne está no seu máximo – precisamos encontrar uma alternativa”, disse Post.
Quando jornalistas se propuseram a experimentar a carne, o cientista recusou o pedido, dizendo que não havia o suficiente para todos. Mas que serviria ela aos seus filhos, se referindo a um futuro próximo.


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