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Adware muda a cor do Facebook e rouba informações


A empresa russa de segurança digital Kaspersky divulgou, no blog da filial brasileira, o “PimpMyWindow”, um adware criado no Brasil que muda a cor do Facebook do usuário, mas depois de instalado pode roubar as informações da pessoa e invade o navegador utilizado inserindo inúmeros banners e links patrocinados, visando aumentar os lucros do criador em programas como o Google AdSense, por meio de uma tática chamada de “clique fraude” pelas empresas de segurança.


Adware muda a cor do Facebook em troca de dados e cliques em anúncios

O adware é instalado por meio do site ‘www.pimpmywindow.net’ e é compatível com os principais navegadores do mercado: Google Chrome, Internet Explorer e Mozilla Firefox. Depois de configurado no browser, o aplicativo, que é gratuito, até consegue mudar a cor de algumas páginas – como o Facebook – no Google Chrome, de acordo com a publicação da empresa de segurança, mas em contrapartida passa a exibir os banners invasivos e compromete os dados.

Além disso, em alguns casos ele consegue invadir os perfis dos usuários nas redes sociais e publica mensagens de divulgação do software. A Kaspersky afirmou que os usuários do antivírus dela estão protegidos dessa ameaça. Ela também recomendou àqueles que fazem uso de aplicativo a desinstalação imediata, que pode ser feita de forma simples nas configurações de cada navegador – da mesma maneira que você remove qualquer outra extensão. O usuário pode encontrar o adware com os nomes de “PimpMyWindow”, “MudeACorDoSeuPerfil”, “LookForYou” e “FbStyle”.


A Kaspersky é uma empresa especializada em segurança digital, que foi criada no ano de 1997 na cidade de Moscou, capital da Rússia, pelo especialista em segurança de computadores Eugene Kaspersky. A empresa possui várias filiais ao redor do mundo, dentre as quais estão países como Reino Unido, França, Alemanha, Países Baixos, Polônia, Japão, China, Coreia do Sul, Romênia e EUA. O Brasil também possui um escritório da Kaspersky, que fica localizado na cidade de São Paulo – SP.

Adware muda a cor do Facebook e rouba informações

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A empresa russa de segurança digital Kaspersky divulgou, no blog da filial brasileira, o “PimpMyWindow”, um adware criado no Brasil que muda a cor do Facebook do usuário, mas depois de instalado pode roubar as informações da pessoa e invade o navegador utilizado inserindo inúmeros banners e links patrocinados, visando aumentar os lucros do criador em programas como o Google AdSense, por meio de uma tática chamada de “clique fraude” pelas empresas de segurança.


Adware muda a cor do Facebook em troca de dados e cliques em anúncios

O adware é instalado por meio do site ‘www.pimpmywindow.net’ e é compatível com os principais navegadores do mercado: Google Chrome, Internet Explorer e Mozilla Firefox. Depois de configurado no browser, o aplicativo, que é gratuito, até consegue mudar a cor de algumas páginas – como o Facebook – no Google Chrome, de acordo com a publicação da empresa de segurança, mas em contrapartida passa a exibir os banners invasivos e compromete os dados.

Além disso, em alguns casos ele consegue invadir os perfis dos usuários nas redes sociais e publica mensagens de divulgação do software. A Kaspersky afirmou que os usuários do antivírus dela estão protegidos dessa ameaça. Ela também recomendou àqueles que fazem uso de aplicativo a desinstalação imediata, que pode ser feita de forma simples nas configurações de cada navegador – da mesma maneira que você remove qualquer outra extensão. O usuário pode encontrar o adware com os nomes de “PimpMyWindow”, “MudeACorDoSeuPerfil”, “LookForYou” e “FbStyle”.


A Kaspersky é uma empresa especializada em segurança digital, que foi criada no ano de 1997 na cidade de Moscou, capital da Rússia, pelo especialista em segurança de computadores Eugene Kaspersky. A empresa possui várias filiais ao redor do mundo, dentre as quais estão países como Reino Unido, França, Alemanha, Países Baixos, Polônia, Japão, China, Coreia do Sul, Romênia e EUA. O Brasil também possui um escritório da Kaspersky, que fica localizado na cidade de São Paulo – SP.

FBI teria usado malware para invadir rede anônima Tor


No último final de semana vários sites secretos da rede anônima “Tor” saíram do ar e foi descoberto um código que quebrou a barreira de segurança destas páginas, conseguindo obter dados como o endereço de IP de quem as acessava. A suspeita é de que esse malware tenha sido inserido na rede pelo FBI, que na última quinta-feira (01/08) prendeu em Dublin, capital da Irlanda, o operador da Freedom Hosting, empresa especializada em hospedar sites dentro da rede “Tor”, Eric Eoin Marques.

Criado pela marinha dos EUA, Tor abriga sites de pornografia infantil e comércio de drogas

O código em questão explorava uma vulnerabilidade do Firefox 17, navegador necessário para utilizar a rede “Tor”, já que era o único que tinha brecha para receber o “Tor Bundle”, conjunto de softwares essenciais para a navegação obscura. Depois de se infiltrar no computador do usuário, o código forçava o browser a abrir uma página sem a proteção da rede anônima, conseguindo obter o endereço de IP do internauta, para que ele seja rastreado. A Mozilla declarou que está analisando o código.
De acordo com o jornal irlandês “Independet”, a operação para a prisão de Marques, que tem 28 anos e é filho de um arquiteto brasileiro, começou há doze meses. Além de alguns sites, o correio eletrônico da rede anônima, o “Tormail”, também saiu do ar após a prisão do rapaz. O FBI já efetuou o pedido de extradição do irlandês para os EUA, para que ele responda às acusações sofridas, que podem resultar em uma pena de até 30 anos de prisão.
Desenvolvido pela marinha norte-americana, “Tor” é uma rede que possui sites ‘próprios’, que não podem ser encontrados pelo internauta comum, já que só podem ser acessados dentro dela. Os endereços dessas páginas, que são muito utilizadas por ativistas, terminam em “.onion” e também abrigam sites ilegais, utilizados para o comércio ilegal de drogas e para a veiculação de pornografia infantil, por exemplo – o irlandês Marques é considerado pelo FBI “o maior facilitador de pornografia infantil do planeta”.

FBI teria usado malware para invadir rede anônima Tor

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No último final de semana vários sites secretos da rede anônima “Tor” saíram do ar e foi descoberto um código que quebrou a barreira de segurança destas páginas, conseguindo obter dados como o endereço de IP de quem as acessava. A suspeita é de que esse malware tenha sido inserido na rede pelo FBI, que na última quinta-feira (01/08) prendeu em Dublin, capital da Irlanda, o operador da Freedom Hosting, empresa especializada em hospedar sites dentro da rede “Tor”, Eric Eoin Marques.

Criado pela marinha dos EUA, Tor abriga sites de pornografia infantil e comércio de drogas

O código em questão explorava uma vulnerabilidade do Firefox 17, navegador necessário para utilizar a rede “Tor”, já que era o único que tinha brecha para receber o “Tor Bundle”, conjunto de softwares essenciais para a navegação obscura. Depois de se infiltrar no computador do usuário, o código forçava o browser a abrir uma página sem a proteção da rede anônima, conseguindo obter o endereço de IP do internauta, para que ele seja rastreado. A Mozilla declarou que está analisando o código.
De acordo com o jornal irlandês “Independet”, a operação para a prisão de Marques, que tem 28 anos e é filho de um arquiteto brasileiro, começou há doze meses. Além de alguns sites, o correio eletrônico da rede anônima, o “Tormail”, também saiu do ar após a prisão do rapaz. O FBI já efetuou o pedido de extradição do irlandês para os EUA, para que ele responda às acusações sofridas, que podem resultar em uma pena de até 30 anos de prisão.
Desenvolvido pela marinha norte-americana, “Tor” é uma rede que possui sites ‘próprios’, que não podem ser encontrados pelo internauta comum, já que só podem ser acessados dentro dela. Os endereços dessas páginas, que são muito utilizadas por ativistas, terminam em “.onion” e também abrigam sites ilegais, utilizados para o comércio ilegal de drogas e para a veiculação de pornografia infantil, por exemplo – o irlandês Marques é considerado pelo FBI “o maior facilitador de pornografia infantil do planeta”.

Vírus rouba informações de instituições financeiras de brasileiros


Um vírus que ataca computadores para roubar dados de instituições bancárias dos usuários foi descoberto no Brasil pela empresa eslovaca de soluções em segurança digital ESET. Segundo relatório divulgado nesta segunda-feira, o malware se infiltrava nos PCs por meio da extensão “MulheresPerdidas.exe”, fazendo modificações nele para instalar uma nova extensão no navegador Google Chrome, responsável por coletar informações quando o internauta acessar o site de seu banco. Esses dados então são repassados ao site governamental do RS, que os envia ao hacker.

Vírus usava site do RS como ponte entre vítima e hacker

A página especificamente utilizada não foi revelada pela ESET, mas no relatório é possível ver a presença do “rs.gov.br” em um dos sites utilizados – podendo ser uma página do governo ou de um município daquele estado – para fazer a ponte entre o usuário e o hacker, que recebia as informações em um e-mail hospedado no Yahoo!. Isso teve que ser feito porque no Brasil foi bloqueada a opção que permitia um aplicativo enviar um e-mail diretamente de uma conexão doméstica, passando a ser necessário um intermediário – que no caso é o site governamental do Rio Grande do Sul.
Um dos motivos para o hacker ter escolhido um site do governo é que, de acordo com a ESET, esse tipo de página “provê um maior anonimato ao atacante, que usa um servidor legítimo para o envio dos dados”. Para vírus similares, outras opções de comunicação entre a vítima e o hacker são servidores FTP (protocolo de transferência de arquivo) ou conexão direta com o banco de dados do criminoso. Não há informações por parte da ESET sobre a quantidade de pessoas que foram afetadas por este ataque.

Sites governamentais no Brasil são perigosos

Não é de hoje que surgem notícias negativas em relação a endereços de governos brasileiros nainternetO país é o mais ‘perigoso’ nesse quesito na América Latina, segundo levantamento de dados feito pela mesma ESET. Dentre todas as páginas de governos do continente que tiveram alguma ameaça encontrada durante o estudo, mais de 30% estavam hospedadas no Brasil.

Vazamento de dados também ocorre no país

Não bastasse a pouca segurança nos sites governamentais brasileiros, mais de 60 casos de vazamento de informações de órgãos federais do país foram contabilizados de janeiro a junho deste ano segundo relatório do Centro de Tratamento de Incidentes de Segurança de Rede de Computadores da Administração Pública Federal (CTIR-Gov).

Vírus rouba informações de instituições financeiras de brasileiros

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Um vírus que ataca computadores para roubar dados de instituições bancárias dos usuários foi descoberto no Brasil pela empresa eslovaca de soluções em segurança digital ESET. Segundo relatório divulgado nesta segunda-feira, o malware se infiltrava nos PCs por meio da extensão “MulheresPerdidas.exe”, fazendo modificações nele para instalar uma nova extensão no navegador Google Chrome, responsável por coletar informações quando o internauta acessar o site de seu banco. Esses dados então são repassados ao site governamental do RS, que os envia ao hacker.

Vírus usava site do RS como ponte entre vítima e hacker

A página especificamente utilizada não foi revelada pela ESET, mas no relatório é possível ver a presença do “rs.gov.br” em um dos sites utilizados – podendo ser uma página do governo ou de um município daquele estado – para fazer a ponte entre o usuário e o hacker, que recebia as informações em um e-mail hospedado no Yahoo!. Isso teve que ser feito porque no Brasil foi bloqueada a opção que permitia um aplicativo enviar um e-mail diretamente de uma conexão doméstica, passando a ser necessário um intermediário – que no caso é o site governamental do Rio Grande do Sul.
Um dos motivos para o hacker ter escolhido um site do governo é que, de acordo com a ESET, esse tipo de página “provê um maior anonimato ao atacante, que usa um servidor legítimo para o envio dos dados”. Para vírus similares, outras opções de comunicação entre a vítima e o hacker são servidores FTP (protocolo de transferência de arquivo) ou conexão direta com o banco de dados do criminoso. Não há informações por parte da ESET sobre a quantidade de pessoas que foram afetadas por este ataque.

Sites governamentais no Brasil são perigosos

Não é de hoje que surgem notícias negativas em relação a endereços de governos brasileiros nainternetO país é o mais ‘perigoso’ nesse quesito na América Latina, segundo levantamento de dados feito pela mesma ESET. Dentre todas as páginas de governos do continente que tiveram alguma ameaça encontrada durante o estudo, mais de 30% estavam hospedadas no Brasil.

Vazamento de dados também ocorre no país

Não bastasse a pouca segurança nos sites governamentais brasileiros, mais de 60 casos de vazamento de informações de órgãos federais do país foram contabilizados de janeiro a junho deste ano segundo relatório do Centro de Tratamento de Incidentes de Segurança de Rede de Computadores da Administração Pública Federal (CTIR-Gov).

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